Camadas intermediárias para ajustes de cotas em pisos e lajes - conheça as alternativas, vantagens e riscos

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Nas obras atuais é comum haver um espaço livre sobre as lajes para a instalação e distribuição de pontos de abastecimentos diversos, tais como hidráulica e esgoto nos pisos térreos ou dutos de eletricidade e dados nos andares superiores.

Há ainda algumas interferências adicionais, como as calhas de passagem de cabos, dutos diversos, camadas de material isolante ou impermeabilizante, que precisam ser ajustados a cada pavimento ou a cada área. Por exemplo em obras de hotéis e hospitais tem diversas salas com destinação específica, que necessitam de instalações especiais no piso.

Este espaço precisa ser ajustado em termos de cotas com as escadas e elevadores, ou dos corredores e áreas de acesso, onde se utilizam os mais variados modelos de pisos elevados, enchimentos e camadas de materiais para a instalação dos revestimentos. Esse é o assunto deste artigo.

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Os pisos elevados possuem normas da ABNT que garantem seu desempenho e segurança, mas costumam apresentar muitas juntas e encaixes, limitando o bom acabamento dos revestimentos.

Há uma preferência atual pelos enchimentos, pois os revestimentos mais usuais são os vinílicos para edifícios comerciais, escritórios e clinicas, ou ainda os tradicionais revestimentos cerâmicos decorativos, com uso mais frequente em edifícios residenciais.

Os enchimentos, em especial os de baixa densidade, exigem controles eficazes dos materiais e da execução, sendo comuns os insucessos por falta destes controles.

Para os materiais de maior densidade, há a limitação das cargas máximas admissíveis para as estruturas, pelas limitações de custos da moldagem das lajes, de suas espessuras e armaduras.

Alguns materiais de enchimento comuns, com suas características principais:

- EPS (isopor):  baixa densidade / custo elevado / dificuldade de adequação na obra;

- Concreto celular, espumoso ou espumígeno: média densidade / custo médio / dificuldade de controle e aplicação nas lajes mais elevadas;

- Concreto celular autoclavado (blocos de diversas dimensões): baixa a média densidade / custo médio a elevado / facilidade de instalação e de customização para as instalações;

- Tijolos / blocos cerâmicos: média a alta densidade / custo reduzido / facilidade de instalação, porém de menor interesse pelos resíduos gerados;

- Mistos: com diversos critérios de custos, densidade e facilidade de execução.

Para essas situações deve-se instalar sobre essas camadas uma fina camada de concreto ou de argamassa, para compensar as variações de alturas e desníveis da laje de base, e para se obter um bom acabamento, suficiente para a instalação do revestimento.

A MONOBETON auxilia seus clientes nas melhores escolhas em termos de custo-benefício, definindo as cotas de implantação para os mais variados revestimentos e enchimentos, e orientando nas etapas de início das instalações dos sistemas, facilitando o trabalho das equipes de obra.