Inovação com o Sistema LSI de Lajes Sem Impermeabilização

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O sistema LSI – Lajes Sem Impermeabilização, desenvolvido pela Monobeton Soluções Tecnológicas – empresa pioneira e atuante no mercado de projetos e consultoria nas áreas de Pisos e Pavimentos, Meio Ambiente, Patologias, Tecnologia, Gestão Integrada e Desenvolvimento de Mercado – esta técnica que concilia planejamento correto, projeto específico e concreto adequado, vem provando que edificações comerciais e residenciais podem dispensar os sistemas tradicionais de impermeabilização. A solução criada pela empresa é indicada para vários tipos de lajes (garagens, áreas de acessos, coberturas etc.) e mesmo em outras estruturas.

A “inovação” consiste em executar tais estruturas nas declividades determinadas em projeto, aplicar o concreto recomendado (com o melhor desempenho em termos de permeabilidade) para evitar que as infiltrações apareçam, utilizando um correto programa de planejamento de juntas, concretagens e cura. A ideia de proporcionar uma solução mais eficaz, para os problemas de vazamentos e infiltrações, ganhou força a partir do momento em que vários clientes da Monobeton constataram que a impermeabilização é, entre as diversas etapas construtivas, uma das que mais apresenta problemas após a entrega de uma obra. “Corrigir tais deficiências quase sempre apresenta custo elevado e, inevitavelmente, causa desgaste na relação construtor / proprietário / usuário do imóvel”, observa o engenheiro Paulo Bina, diretor da Monobeton. Ao decidir-se pela utilização da metodologia construtiva desenvolvida pela Monobeton, o construtor ou empreendedor reduzirá consideravelmente a probabilidade desses aborrecimentos pós-entrega.

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Na impermeabilização com mantas (uma das técnicas atualmente mais utilizadas), por exemplo, a área onde a infiltração torna-se visível nem sempre coincide com seu ponto de origem. Para descobrir a causa, em geral é necessário remover-se inicialmente boa parte do revestimento final da laje e da proteção mecânica da impermeabilização, depois, examinar e corrigir a manta, e refazer as camadas removidas, com muito cuidado. Teoricamente, a manta funciona como elemento de vedação entre a estrutura (laje) e o revestimento final, impedindo que a água penetre e ultrapasse a laje. Nem sempre isso ocorre. Perfurações na camada impermeabilizante ou uma proteção mecânica incompatível com o tráfego existente, entre outros fatores, comprometem o desempenho do sistema. O que a técnica criada pela Monobeton faz é justamente isso. Ainda na fase de projeto – e eventualmente com a obra em andamento – estuda-se as situações de contorno de forma sistêmica. Define-se então a metodologia executiva mais adequada, o grau de declive necessário para que a água escoe nos pontos determinados em projeto e, por fim, revê-se o concreto, que atendendo às resistências recomendadas pelo calculista, possua desempenho superior em termos de permeabilidade através da sua composição rigorosamente definida, com fibras e aditivos específicos para cada caso. “O método permite que a laje seja executada sem necessidade posterior de impermeabilização”, informa o engenheiro Paulo Bina.

O que a Monobeton fez foi transpor para as construções de menor porte uma tecnologia que, há anos, é empregada na construção de barragens e em obras de contenção de líquidos (estações de tratamento de esgoto, diques e reservatórios de água). “Essas obras utilizam concretos de baixa permeabilidade, planejam a concretagem e realizam o tratamento das juntas de construção e de dilatação, e a declividade é também estudada para que o líquido não acumule em locais não previstos”, explica o diretor da Monobeton. A técnica é bastante segura. Mesmo assim, se surgir algum ponto de deficiência na laje, a correção é simples. A Monobeton desenvolveu metodologias específicas para efetuar reparos de eventuais defeitos oriundos de falhas de execução, com acesso por baixo da laje. Com isto, evita-se o custoso processo de reparo generalizado, necessário no caso das impermeabilizações convencionais. Duas grandes construtoras que atuam na capital paulista vêm aplicando em suas obras a técnica de lajes sem impermeabilização desenvolvida pela Monobeton: a Rossi Residencial e a Marques Construtora e Incorporadora. A Marques foi a pioneira há pouco mais de dois anos e, atualmente, constrói seu sétimo edifício com o sistema. 

A Rossi Residencial utilizou pela primeira vez a técnica da Monobeton no edifício RJ Residencial. “Resolvemos testar o método porque, apesar de existirem boas empresas no segmento, a impermeabilização com mantas ainda apresenta problemas”, informa o arquiteto Cláudio Miotto, gerente de desenvolvimento de projetos da Rossi. Na técnica especificada pela Monobeton, explica o profissional, é necessário adotar um processo especial de concretagem. “Porém, no final, caso haja necessidade de reparos, o custo é menor”, acrescenta. Além de outras vantagens, optar pela técnica significa economia imediata e, eventualmente, posterior. Com a nova tecnologia, suprimem-se 3 etapas de obra: a camada de regularização, a aplicação da manta e a camada de proteção mecânica. Bina estima que, comparando-se com os sistemas de impermeabilização convencionais, a economia direta varie entre 20 e 50 reais por m2 de laje. A economia direta já é considerável, além das economias indiretas (prazo, prevenção de patologias e consequentes desgastes, movimentação e administração de materiais e mão-de-obra, etc.). No futuro, ela pode ser ainda mais significativa, devido ao alto custo e aos transtornos decorrentes de reparos em áreas impermeabilizadas. 

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Paulo explica sua tecnologia: “A Monobeton foi criada para implantar tecnologias que sejam desenvolvidas pela indústria para um ambiente de obra. Dentro desse trabalho houve um desafio de um cliente nosso, ele falou: “eu não quero mais impermeabilizar”, porque já tinha feito manta disso, manta daquilo, pintura e toda vez em que havia uma deficiência -que não é daquele sistema de impermeabilização, é uma deficiência do conjunto – aparecia uma trinca de um lado e o vazamento aparecia do outro lado. Isso acontece porque a água permeia e as vezes até a impermeabilização esconde o lugar e acaba vazando onde ele vai encontrar uma falha no concreto, uma fissura, uma junta fria, qualquer coisa desse tipo. Você tem a água entrando em um lugar e vazando no outro e ela sempre vaza em cima do carro mais caro, do cara mais chato, normalmente que é advogado e síndico do prédio”. Paulo explica que a técnica não pode ser empregada em qualquer construção: “Tem muito prédio em que é impossível aplicar, porque tem recorte na laje ou um sistema estrutural inadequado ou uma área com piscina, espelho d’água. Por isso a gente faz uma análise para verificar se é possível ou não, depois juntamos os projetos para ter a visão macro: do projeto de paisagismo, do projeto de forma, verificar se a armadura está compatível com aquilo e além disso a drenagem. Se conseguir fazer isso, pode até dispensar a impermeabilização. ”

Como o concreto não é impermeável Paulo explica sua técnica que consiste em “Dar o caimento no próprio concreto. Se eu faço caimento no concreto o meu tempo de presença de água é muito curto, muito pequeno. E como em piscinas e reservatórios a gente impermeabiliza não vai haver problema. Então, você tem condição de dar soluções técnicas para todas as situações. Vai acabar com a impermeabilização? Não. Ela tem utilizações muito específicas. Cortina tem como fazer assim? Não. Porque a cortina está sempre se movimentando, sempre em presença de água”. As vantagens da técnica: “A principal vantagem é o fato de você ter mais liberdade. Depois do prédio feito com esse sistema eu posso fazer a mudança de layout que eu quiser. Se o cliente quiser fazer mudança em uma jardineira ou trocar um ponto de tomada, se quiser fazer a instalação de uma torneira para irrigar o jardim, ele pode. Essa liberdade vale mais do que tudo. E não vale só para construtor, como para o empreendimento pós-entrega. E há o problema de conflito quando esse cliente me disse “não quero mais impermeabilizar”, o problema era o seguinte: toda vez que ele tinha que ir lá quebrar o revestimento do térreo para achar onde estava o vazamento, arrumava uma confusão com o condomínio. Porque a “Dona Maria” fala que no seu apartamento queimou a lâmpada e que a responsabilidade é da construtora. Bateu no vidro do térreo, quebrou e o pessoal acha que aquilo é garantia. Então, o que ele teria de conflito com o condomínio pós entrega fica resolvido. ”

É possível visualizar essa matéria completa também no site:

www.invencoesbrasileiras.com.br/tecnica-lsi/

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